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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Urso-das-cavernas

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Como ler uma caixa taxonómicaUrso-das-cavernas
Reconstituição da aparência do Ursus spelaeus.
Reconstituição da aparência do Ursus spelaeus.
Estado de conservação
Pré-histórica
Classificação científica
Reino: Animal


Classe: Mamífero
Ordem: Carnivoro


Género: Ursus
Espécie: U. spelaeus
Nome binomial
Ursus spelaeus
Rosenmüller, 1794
Urso-das-cavernas - (em Latim: Ursus spelaeus) é uma espécie extinta de urso que viveu na Europa durante o Plistocénico e que desapareceu há cerca de 10.000 anos, no fim da última Idade do Gelo. O nome deriva do facto de muitos dos fósseis deste carnívoro terem sido encontrados em cavernas.
O urso-das-cavernas era bastante semelhante em forma ao urso-pardo moderno, com a diferença principal no tamanho, cerca de 30% maior com uma estatura que chegava perto dos 4 metros quando em pé e 2,2m de cernelha1 e um peso estimado de 1,5 toneladas. A morfologia do crânio é também ligeiramente diferente, tendo o urso-das-cavernas uma testa mais inclinada. Este animal era omnívoro e alimentava-se de pequenos mamíferos, ervas e frutos. Dado ao clima bastante mais frio do Plistocénico, supõe-se que este animal hibernasse durante mais tempo que os ursos modernos. Esta hipótese justifica a presença frequente do animal em cavernas.
As causas para a extinção do urso-das-cavernas não são conhecidas com exactidão. Supõe-se que tenha desaparecido devido a uma redução do seu habitat no fim da Idade do Gelo e ou a mudanças contemporâneas da flora europeia. Não é de excluir a interferência do Homem, uma vez que as comunidades primitivas partilhavam o mesmo espaço que este urso. Há evidências que algumas tribos idolatravam o urso-das-cavernas através de pinturas e esculturas.

Imagens

Crânio de um urso-das-cavernas.
Esqueleto montado em uma gruta.

Urso-negro

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Como ler uma caixa taxonómicaUrso-negro1
Ocorrência: Plioceno Tardio ou Início do Pleistoceno até Recente
Canadian Rockies - the bear at Lake Louise.jpg
Estado de conservação
Classificação científica
Reino: Animal


Classe: Mamífero
Ordem: Carnivoro


Género: Ursus
Espécie: U. americanus
Nome binomial
Ursus americanus
Pallas, 1780
Distribuição geográfica
Distribuição geográfica do urso-negro
Distribuição geográfica do urso-negro


Wikispecies
O Wikispecies tem informações sobre: Urso-negro
O urso-negro (Ursus americanus) é um urso norte-americano, encontrado do Alasca ao Norte do México. Alcança 2,20 m de comprimento, 1,10 m de altura na cernelha e 360 kg de peso. O urso negro geralmente vive cerca de 15 anos, mas alguns podem alcançar até 40 anos. É um bom nadador e pode correr a até 50 km/h.3 4 Sua pelagem pode ser de cor negra, marrom, bege ou branca.5 Algumas subespécies estão ameaçadas de extinção.
A aparência do urso-negro é a de um animal grande e feroz, no entanto, 70% de sua dieta consiste de material vegetal - frutos, nozes, gramíneas, raízes e seiva de árvores. Também se alimenta de carne, geralmente de pequenos mamíferos e peixes, raramente se alimenta de grandes animais.4 Gosta de vasculhar os depósitos de resíduos do homem.
Desde pequeno, o urso-negro tem grande habilidade para subir em árvores e montanhas. É principalmente um habitante da floresta, mas sua pelagem espessa permitiu que se dispersasse para o norte até os limites da tundra. No inverno, hiberna em uma toca, geralmente um oco sob uma árvore caída, dentro de um tronco toco ou em uma toca abandonada.
O urso-negro costuma se alimentar com frutos silvestres no outono, a fim de acumular gordura para hibernar. Logo ele procura um abrigo adequado à hibernação, durante a qual a temperatura do corpo, os batimentos cardíacos e a taxa respiratória diminuem para poupar energia.


domingo, 19 de maio de 2013


Lince-do-canadá

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Como ler uma caixa taxonómicaLince-do-canadá
Lince-do-Canadá
Lince-do-Canadá
Estado de conservação
Classificação científica
Reino:Animal





Classe:Mamifero


Ordem:Carnivoro


Família:Felino





Distribuição geográfica
Lynx canadensis range.PNG
lince-do-canadá (Lynx canadensis) é uma espécie de felino nativa do Canadá e parte dos Estados Unidos.

Características físicas 

Indivíduos desta espécie possuem pelagem geralmente da coloração marrom-amarelada, muitas vezes com pontos marrons escuros. As partes superiores têm frequentemente uma aparência cinzenta grisalha e a parte inferior amarela pálida. A cauda é curta e quase sempre apresenta a ponta de cor negra.
O comprimento de corpo de espécimes adultos varia entre 67 a 107 cm e o peso de 5 a 17 kg. Os machos são maiores do que fêmeas.

Habitat 

Vive em florestas e áreas rochosas com tampa e tundra.

Comportamento

O lince-do-canadá é carnívoro. As lebres americanas são parte importante de sua dieta. Alimenta-se também de roedorespássaros e peixes. No inverno, pode alimentar-se de presas maiores, tal como cervos.
cio pode demorar até 5 dias. Dois ou três filhotes nascem após um período de gestação de 8 a 10 semanas. Os filhotes pesam cerca 200g após o nascimento e começam comer carne a partir de idade, sendo desmamados completamente após 5 meses.

Distribuição geográfica 

Canadá, e partes de Estados Unidos que incluem Montana ocidental e partes vizinhas de Idaho, Washington. Populações também pequenas em Nova Inglaterra, Utá.

Subespécies 

Existem três subespécies de lince canadense:
  • lince iberico 
  • lince do deserto 
  •  caracal

domingo, 24 de fevereiro de 2013



Como ler uma caixa taxonómicaCapivara
Capybara Hattiesburg Zoo (70909b-42) 2560x1600.jpg
Estado de conservação
Classificação científica
Reino:Animal


Classe:Mamífero
Ordem:Roedor
Família:herbívora






Distribuição geográfica
Hydrochoerus hydrochaeris range.png
Encontrada em certas áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), também chamada de carpinchocapincho, é o maior roedor do mundo. Alimenta-se de capins e ervas. Daí, a etimologia de seu nome: "capivara" procede do termo tupi kapi'wara, que significa "comedor de capim"[1]. Já "capincho" procede do castelhano platino capincho[2]. No Rio Grande do Sul, é também conhecida por Capinga.
Quando a esquadra de Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil em 1500, os indígenas locais já domesticavam este animal.[3].

Detalhe de uma capivara em foto de Silvio Tanaka

Um grupo de cinco animais adultos acompanhados de quatro filhotes se alimentando de grama no campusUniversidade de São Paulo, em São Paulo, no Brasil.
É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água. No Pantanal, seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusivamente noturnas. Nas décadas de 1960 e 1970, as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo, que era considerado como tendo propriedades medicinais. Estudos posteriores indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal.
A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem: tornou-se famoso o caso da "capivara da lagoa", que viveu durante meses no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas na área urbana do Rio de Janeiro, assim como é notória a presença de capivaras em partes dos rios Tietê e Pinheiros, em plena São Paulo, Também ha uma família de capivaras na cidade de Petrópolis no estado do Rio de janeiro, apesar do altíssimo índice de poluição destes rios.
Nas regiões ao longo do Rio Paraná no sul do Brasil e norte da Argentina, as capivaras são freqüentemente capturadas e aprisionadas para criações em cativeiro ou para serem abatidas como carne de caça. Entretanto, noBrasil, esta prática tem de ser precedida de projeto e licenciada pelos órgãos de controle ambiental sob pena de configurar crime ambiental, já que a capivara é uma espécie protegida por lei.
Existem estudos para sua criação em cativeiro visando à produção de carne como substituto à caça predatória, mas ainda há poucos resultados práticos nesse sentido. Sua carne tem sabor próximo ao do porco e é mais magra, porém com um sabor mais picante.

Nomenclatura

Houve discussões sobre a nomenclatura científica mais apropriada para a espécie, entre Hydrochaeris hydrochaeris,Hydrochoerus hydrochaerisHydrochoerus hydrochoerus e variantes (e.g., 'hydrochoeris'). Atualmente, a nomenclaturaHydrochoerus hydrochaeris é a considerada válida (ITIS), segundo o qual a International Commission on Zoological Nomenclature (1998, Opinion 1894) decidiu que Hydrochoerus foi primeiramente disponível por Brisson, 1762, então tem prioridade sobre Hydrochaeris, Brünnich, 1772. Devido à sua etimologia, ὕδωρ (ýdor = água) + χοίρος (choiros = porco), muitos autores consideram Hydrochoerus hydrochoerus a nomenclatura mais coerente e apropriada.

Febre maculosa

capivara, assim como o cavalo, é um dos hospedeiros primários do carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), o qual transmite a bactéria intracelular Rickettsia rickettsii, agente causador da Febre Maculosa Brasileira. As capivaras hospedeiras, ao serem infectadas por carrapatos vetores, apresentam bacteremia por até três semanas, podendo evoluir ao óbito ou à cura. Durante a bacteremia, as capivaras podem disseminar o agente para outros carrapatos que as estiverem parasitando, causando a amplificação da bactéria no ambiente[4]. Os carrapatos podem se alimentar de qualquer hospedeiro acidental, inclusive o homem, transmitindo assim o agente infeccioso e causando a doença.


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Como ler uma caixa taxonómicaBisonte
Bisonte-americano Bison bison bison
Bisonte-americano Bison bison bison
Classificação científica
Reino:Animal


Classe:Mamífero
Ordem:Artiodactyla
Família:Bovidae
Género:Bison
Espécies

Os bisontes ou bisões são grandes mamíferos ungulados e ruminantes do género Bison, da família Bovidae, com duas espécies ainda existentes, o bisonte-europeuBison bonasus, e o bisonte-americanoBison bison. Têm cornos curtos, negros, curvados para cima e para o eixo do animal e os ombros elevados numa bossa e com uma forte cobertura de pêlos longos; os cascos são redondos e negros. O bisonte-europeu (também chamado wisent, em inglês) tem umajuba e barba menos luxuriante que o americano (também chamado buffalo, embora os verdadeiros búfalos sejam animais da mesma família, mas da África e daÁsia), enquanto que estes têm as pernas mais curtas.
Os machos podem atingir uma altura ao nível dos ombros de cerca de 1,8 m, um comprimento do corpo de 3,6 m e um peso de 1130 kg, enquanto que asfêmeas são menores. A pelagem de inverno do bisonte-americano é castanha escura, esparsa e muda na primavera para um pêlo curto e castanho claro e também é menos luxuriante nas fêmeas que nos machos. O seu tempo de vida é de 30 a 50 anos. Os homens das cavernas usavam como machado umaomoplata de um bisonte.

Reprodução

Os bisontes reproduzem-se uma vez por ano, entre Junho e Setembro. As fêmeas produzem geralmente uma cria de cor vermelha (que se torna castanha em 2-4 meses) em cada gestação, que dura, em média, 285 dias e protegem-na durante sete a doze meses. Na altura do parto, a fêmea afasta-se da manada e escolhe um local protegido. Os jovens atingem a maturidade sexual em 2-3 anos, mas os machos geralmente não se reproduzem até aos seis anos, quando atingem um tamanho que lhes permite competir com outros.

bisões, Alberta, Canada

Comportamento

Os bisontes são animais gregários e organizam-se em grupos (manadas) de acordo com o sexo, idade, estação do ano e habitat. Os grupos de fêmeas inclui ainda machos com menos de três anos de idade e, por vezes, alguns machos mais velhos. Os machos começam a entrar nestes grupos quando se inicia a estação de reprodução; nas outras estações, vivem individualmente ou em grupos de até 30 animais. Estes grupos têm uma hierarquia e os machos dominantes reproduzem-se com mais frequência que os de categoria mais baixa.
Nas suas migrações, os bisontes formam uma fila liderada por uma fêmea adulta. Os bisontes são bons nadadores e são capazes de correr a velocidades de 62 km/h.

Filogenia

A família Bovidae apareceu durante o Mioceno, há cerca de 20 milhões de anos, com 15 gêneros conhecidos, a maioria da Ásia. No final do Mioceno, há cerca de 10 milhões de anos, tinham aparecido 70 novos géneros e no Pleistoceno havia mais de 100. Atualmente, existe cerca de metade daquele número.
Pensa-se que a família se tenha desenvolvido nas regiões tropicais e que em meados do Pleistoceno se adaptou aos climas frios do norte e migrou através da Beríngia para o Novo Mundo. O bisonte americano é um parente próximo do europeu (ver acima a indicação sobre hibridização, que indica que pode ser uma única espécie) e os cientistas pensam que estas espécies são descendentes duma espécie que existia na Índia. As manadas migraram para norte e, enquanto umas foram para leste até à Sibéria, eventualmente atravessando a ponte terrestre de Bering, outras foram para oeste, para asflorestas da EuropaBison priscus, que era o antepassado imediato do bisonte-europeu, extinguiu-se durante a última glaciação.

Como ler uma caixa taxonómicaSuricata
Meerkat feb 09.jpg
Estado de conservação
Classificação científica
Reino:Animal


Classe:Mamífero
Ordem:Carnivora
Família:Herpestidae
Género:Suricate
Desmarest, 1804
Espécie:S. suricatta
Nome binomial
Suricata suricatta
Schreber, 1776
Distribuição geográfica
Meerkat area.png


Suricates no Zoológico de Rapperswil-Jona na Suíça.
suricate, também chamado de suricato ou suricata (Suricata suricatta) é um pequeno mamífero da família Herpestidae, nativo do deserto do Kalahari. Estes animais têm cerca de meio metro de comprimento, em média 1 kg de peso, e pelagem acastanhada. Os suricates alimentam-se de pequenos artrópodes, principalmente escaravelhos e aranhas. Têm garras afiadas nas patas, que lhes permitem escavar a superfície do chão e tem dentes afiados para penetrar nas carapaças quitinosas das suas presas. Outra característica distinta é a sua capacidade de se elevarem nas patas traseiras, utilizando a cauda como terceiro apoio.
Estes animais são exclusivamente diurnos e vivem em colónias de até 40 indivíduos, que constroem um complicado sistema de túneis no subsolo, onde permanecem durante a noite. Dentro do grupo, os animais revezam-se nas tarefas de vigia e proteção das crias da comunidade. O sistema social dos suricates é complexo e inclui uma linguagem própria que parece indicar, por exemplo, o tipo de um predador que se aproxima. Estudos mostram que os suricates são capazes de ensinar ativamente suas crias a caçarem, um método semelhante à capacidade humana de ensinar.

Características Gerais

  1. Tamanho: comprimento do corpo: 22 cm; altura em pé: 26, 28 cm
  2. Peso: 720 g para as fêmeas e 731 g para os machos
  3. Pelo: Acastanhado. Possuem listras paralelas em suas costas, que se estendem desde a base da cauda até os ombros. Os padrões de listras são únicos para cada suricate.
  4. Tempo de vida: Em ambiente selvagem pode viver 10 anos; variando entre 5 e 12 anos. No cativeiro vivem até 15 anos.
  5. Distribuição geográficaÁfrica do SulNamíbia e Angola.
  6. Habitat: Savana e gramado, planícies secas e abertas, áreas de deserto.
  7. Alimentação: Alimenta-se principalmente de insectos: larvas de escaravelhos e de borboletas; também ingerem milípedes, aranhas, escorpiões, pequenos vertebrados (répteis, anfíbios e aves), ovos e matéria vegetal. São relativamente imunes ao veneno das najas e dos escorpiões, sendo estes, inclusive, um dos alimentos que mais apreciam.
  8. Reprodução: Atigem a maturidade sexual com um ano de idade, podendo ter de três a cinco filhotes por ninhada. Podem ter até quatro ninhadas por ano. Se reproduzem em qualquer época do ano, mas a maioria dos nascimentos ocorrem nas estações mais quentes.
São uns animais muito espertos. São Inteligentes pois a logo aos 2 meses já ensinam seus filhotes a caçar e proteger o seu grupo

Curiosidades